Tomando chá, assistindo a um seriado sobre um ladrão/ex-agente de alguma agência americana, fã de ópera, ballet e filósofos alemães…
Seu assistente não tem sobrenome, é filho de alguma nação pobre da África…Tem um disco de Rap pronto só na premissa.
O mundo tem tanta história… Obras de ficção, de verdade… Quando a gente não está se matando e/ou se odiando, somos seres interessantes.
90% de qualquer negócio é pedir dinheiro p/ alguém que tem mais do que quem pensou a ideia… Fico imaginando quem vende um seriado desses…
Digo, licencia. Quem está no ramo de propriedade intelectual compartimentaliza tudo… como as agências de inteligência, de publicidade…
É o tal ato de olhar de cima, separar tudo, guardar numa caixa e saber como montar de volta se o cliente aparece.
Saí da faculdade de saco cheio do modus operandi proposto. Incrivelmente, é assim que o mundo funciona –– no limite de qualquer paixão.
E se eu rasgar os pés nessa borda, esse é o preço. Acabou mais um episódio aqui.
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